Home » Destaque » Ataques: Legalização do Morro da Santa e municipalização do trânsito são medidas impopulares, mas necessárias

Ataques: Legalização do Morro da Santa e municipalização do trânsito são medidas impopulares, mas necessárias

Até a Imprensa está sendo alvo de ataques por pessoas que são intolerantes à legalização do Morro da Santa

21/11/2017 02:14

Vários vereadores já disseram que a municipalização do trânsito de Paulistana é necessário. Mas é uma medida impopular, e que desagrada a muitos. A Câmara Municipal não coloca em votação pois, os vereadores temem votar, pois desagradariam a muitas pessoas. Assim também é impopular a legalização do Morro da Santa. No local existe irregularidade, uma cruz. Retirar a cruz ou qualquer símbolo religioso do Morro da Santa [terreno público municipal de Paulistana], desgostará muitos que são a favor da ilegalidade.

Publicidade: DIVULGUE A SUA EMPRESA E SEU EVENTO NOS CONTRATANDO! – BLOG DO EVANGELISTA – Fone: 89 99407-8908 – Somos “O Jornalismo de Maior Responsabilidade do Interior do Piauí”

 

Em Paulistana falar que existe irregularidade no Morro da Santa agrada a uns e desagrada a muitos outros. A Administração Pública se voltar atrás retirando a cruz, concerteza vai desagradar a muitos.

Existe uma resistência enorme para que a ilegalidade permaneça. Tanto que até a Imprensa, ao divulgar o fato do terreno municipal que tem a cruz, vem recebendo críticas de pessoas contrárias a legalização do Morro da Santa. O Estado é laico e não pode ter uma cruz em patrimônio público.

A Imprensa neste caso do Morro da Santa vem recebendo críticas ao tocar no ponto de ilegalidade do terreno do Município. É semelhante como, autoridades públicas: exemplo delegados, promotores, juízes quando tomam decisões impopulares mas legal, baseada na Lei, são alvos de ataques por parte de pessoas intolerantes as normas da legislação.

A Imprensa não pode deixar de cumprir o seu papel de informar porque um determinado grupo não quer ver a publicação da verdade. Um profissional da Imprensa por exemplo pode ser cristão, cumprir suas crenças religiosas e ao mesmo tempo cumprir a Constituição Federal. Por tanto a Imprensa não pode deixar se intimidar por um grupo que defende interesses próprios e contrários ao interesse social.

A Imprensa até pode divulgar os costumes religiosos, fazer uma ampla divulgação, mas não pode tentar mostrar que uma religião está certa ou errada, ou que seja melhor do que a outra. Fé não se discute. Fé não se prova. Fé se acredita de forma individualizada, da forma que cada um achar melhor.

O papel da Imprensa não é crer naquela ou noutra crença, mas divulgar aquilo que é de interesse social, exemplo é quando se cumpre a Lei ou a deixa de cumpri-la.

José Evangelista – Jornalista – MTB nº 1927/PI – jose@blogdoevangelista.com.br – Fone: 89 99407-8908 Whatsapp

Comments

comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *